Las fotos de un turista estadounidense, que viajaba mucho por la URSS

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Las fotos de un turista estadounidense, que viajaba mucho por la URSS

Hace poco hablé con una colega de la generación de los años postguerra y la doña me comentó que antes (en los años 60, 70, 80) había mucho más turismo que hoy, sólo venían las naciones que ahora no pueden disfrutar del turismo: polacos, checos, húngaros, rumanos, búlgaros, yugoslavos – pero no solo turistas de la órbita de la URSS, sino también turistas del “mundo capitalista”. Y los paquetes turísticos de antes eran mucho más ricos que hoy: Transiberiano, Cáucaso, Crimea, Asia Central, unas 2 semanas y no un par de dias como ahora. No hablamos de que los mismos rusos viajaban mucho (hoy su movilidad bajó bastante).

O sea son necios los que hablan del autoaislamiento de la URSS. Tampoco se puede hablar de la incomunicación cultural.

Es muy interesante que la industria de la URSS producía en masa las radios de onda corta para captar las emisiones de los países más lejanos. No es de sorprender que en los países del bloque del Este las bandas tan sofisticadas como Uriah Heep, King Crimson, Yes, Pink Floyd, etc. fueran más populares que en el mismo Occidente! Ideológicamente se afirmaban el internacionalismo, aprendizaje de lenguas, abertura cultural [1.]…

Los años 50, 60 eran un punto culminante de la historia rusa, usando las palabras del “nietzsche ruso” – Konstantin Leóntiev, eso fue el período de la “complejidad floreciente”. Las fotos diapositivas de Thomas T. Hammond, un turista estadounidense [2.], reflejan muy bien este espíritu del crecimiento desenfrenado.

Fijese que se trata de un pueblo que recién ganó la guerra mas cruel de la historia de la humanidad: la URSS resistió sola contra toda la Europa movilizada por el fascismo, la guerra devastó la parte europea de la URSS y solo unos años después de la Victoria la URSS llegó a la prioridad en la cosmonáutica, industria atómica sin hablar del campo cultural.

  1. recomendamos el libro de Alexei Yurchak “Everything Was Forever, Until It Was No More: The Last Soviet Generation”.
  2. Hammond no fue un turista simples, fue un enemigo de la URSS, uno de los promotores profesionales de la guerra fria y es irónico que la URSS fue absolutamente abierta para este tipo de hombres, no les tuvo ningún miedo. Mientras a los simpatizantes de la URSS los perseguían y marginalizaban en los EE.UU., la URSS sin ningún problema dejaba viajar por su tierra a sus propios enemigos… http://www.ctevans.net/Historians/Hammond.html

Vea el álbum de Thomat T. Hammond aquí:

Fotos de un turista estadounidense, que viajaba por la URSS

Posted by Guia de Moscú, Guia de Moscou. Private Tours in Spanish/Portuguese on Tuesday, July 4, 2017


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Pskov: MUST SEE (imperdível)

#Pskov

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Pskov, história

Segundo uma das teorias de etnogênese, os povos novos sempre se formam nas fronteiras, pela causa da interação “amizade/guerra”. Assim foi o caso de Kiev (fronteira russa com Khazaria e Império Bizantino), Moscou (área russa no marco da Horda de Ouro), São Petersburgo (literalmente o frente da guerra da Rússia contra a Suécia) [1.]

Um dos centros de etnogênese russa foi também a área de Pskov (300 km de São Petersburgo para sudoeste, 800 km de Moscou para noroeste). Pskov fica a 2 passos da Estônia e a Lituânia atuais. Muito mais antiga que Moscou, até o século XVIII Pskov foi uma das maiores cidades da Europa. Pskov protegia a Rússia das agressões das tribos bálticas, das Ordens Teutónica e Livônia. No período da desintegração feudal Pskov balanceava entre Kiev e Novgorod até quando, no século XV, ficou subordinada a Moscou.

As cidades fronteiriças se diferenciam por sua dualidade: por um lado elas copiam algo de seus vizinhos, por outro lado desenvolvem seu próprio estilo para ser diferentes. Hoje, para algumas pessoas Pskov é uma das “janelas para Europa”, a terra russa “menos infectada” pelo bolchevismo-czarismo-hordismo. É importante saber que depois da catástrofe da aventura dos Romanov na I Guerra Mundial o governo soviético teve de ceder uma parte da região de Pskov ao estado marioneta da Inglaterra – à República da Estónia (a Rússia Soviética estava no caos da guerra civil, invadida pelos 14 estados estrangeiros). Destruída pelos Romanov, a Rússia se recuperou só depois da Vitória da URSS na 2GM. Assim, o povoado Izborsk, um dos símbolos da Rússia (fica a 30 km de Pskov!) em 1920-1940 foi integrado à Estônia. Durante a 2GM em Pskov, ocupada pelos nazistas, se acomodaram o “exército russo da libertação” do traidor Andrei Vlasov, a “Divisão Azul” dos franquistas espanhóis e outros colaboracionistas do fascismo pan europeu. É lógico que para os neonazistas russos o caso de Pskov é muito especial.

Um dos torcedores dessa onda, entrevistado por nós perto de Izborsk, com muito orgulho comentou que durante a guerra civil russa os representantes da tribo local seto, atacando aos russos-vermelhos, não  gritavam “HURRA” como os “untermensch” russos (“hurra” é uma palavra turca, herdada da Horda de Ouro). Os setos, sendo “super homens”, durante seus ataques costumavam simular as vozes de porcos, cachorros, galos, etc. É curioso notar como o anti sovietismo leva ao arcaísmo total… [2.]

#izborsk

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Pskov, arquitetura

Achamos que Pskov tem o segundo posto depois de Moscou pelos seus recursos turísticos… Pelo menos Pskov e seus povoados satélites Izborsk e Pechory estão na mesma altura que São Petersburgo ou Anel de Ouro de Moscou. http://guiademoscu.com/?page_id=670

A arquitetura de Pskov é caracterizada pelo jogo cubista de volumes, por certo primitivismo, não é semelhante com nada. As muralhas das fortalezas aqui não são alinhadas, nem modeladas em estuque, assim as pedras calcárias ficam como uma massa folhada. Na arquitetura de Pskov se inspiraram os gênios tão influentes como Shchusev e Le Corbusier. Alguns expertos até creem, que os autores da Catedral de São Basílio de Moscou (a obra chave da arquitetura russa) fossem da origem de Pskov.

Lamentavelmente Pskov (igualmente a toda a Rússia) está abandonada desde a queda da URSS, a cidade não tem planejamento sério, tem muitos prédios queimados ou abandonados no centro, sem falar dos prédios novos e feios da época de Yeltsin/Putin, que estragam os panoramas geniais de Pskov. Pskov não tem boas rodovias. Ao mesmo tempo há de reconhecer que a parte histórica em geral não está descuidada e as obras da restauração receberam certo financiamento no período da bonança petroleira dos anos 2000.

Una iglesia de #Pskov que inspiró a #lecorbusier a diseñar su #chapelle

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Pskov, rodovia de Moscou

A rodovia é de pista simples, as vezes é difícil ultrapassar um caminhão, por isso a rodovia está “decorada” com muitas tumbas de ambas as beiras (de vítimas de accidentes). Ao mesmo tempo a qualidade da rodovia é bastante alta, se pode conduzir tranquilo a 110 km/hora durante a chuva. A rodovia tem muitos outdoors memoriais, que informam sobre o movimento do frente russo durante a 2GM, sobre as vítimas dos castigadores nazistas, sobre as pérdidas faraónicas dos russos nas batalhas de Rzhev, sobre as fossas comuns, etc. Mas a julgar pelas fazendas soviéticas abandonadas em massa (muitos prédios de concreto armado em abandono!), se pode pensar, que a guerra acabou de finalizar ontem (para muitos russos o dano das “reformas” de Yeltsin/Putin é equiparável com o dano da 2GM). As cegonhas estão em todas partes… Uma até construiu seu ninho em cima dum obelisco perto de Rzhev. As aves tamanhas sobrevoavam a gente como os pterodáctilos. A natureza é fantástica e rica, cada 100 metros da rodovia vendem peles, gordura de urso, castóreo, vodkas com sabores, etc.

#Pskov

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Pskov, a vida alternativa

Como a região de Pskov fica perto de São Petersburgo, lá se organizam os festivais musicais, de cultura étnica, recreações históricas, etc. Há várias comunidades de jovens, que escapam da civilização pós-soviética mediante a vida rural: uns se dedicam à cervejaria, outros montam as fábricas de queijo, visando para o mercado de produtos artesanais kraft, que tem em São Petersburgo. Os joven recuperam as técnicas perdidas de tecido, de construção de lareiras, etc. A ideia é viver sem estado (a isso se reduz a ideologia de putinismo: as matérias primas são só para as elites, o povo tem que aprender a viver sem estado). Mas não é fácil viver na terra, o estado não os deixa em paz. O custo da terra está crescendo (embora que a maior parte da terra esteja abandonada), os impostos sobre a terra também sobem. A medicina estatal degradou até o nível da Idade Média, mas a medicina privada (muito cara) não é melhor. Os “escapistas” precisam de gasolina para levar as crianças à escola do povoado mais próximo. Depois da escola primária a dor de cabeça dos pais aumenta: há de se pensar sobre a educação séria, que é impossível na província… Claro que a vida no campo é muito atrativa, já que é uma tradição da nobreza russa… Mas antigamente os nobres russos tinham escravos, Liev Tolstoi, vivendo em sua Yasnaya Polyana, foi o escritor №1 no planeta e ganhava bastante com seus direitos autorais… As fontes de renda dos “escapistas” de hoje são seus apartamentos em Moscou ou em São Petersburgo, que eles arrendam para os “não moscovitas”. Além disso, eles têm seus pequenos negócios elitistas orientados ao mercado das cidades grandes como São Petersburgo ou Moscou.

A região de Pskov é um ótimo lugar para uma vida alternativa, há muitos locais remotos, e São Petersburgo não é tão agressiva destruindo suas periferias como Moscou. Há pessoas aqui que participam nos programas da reeducação dos jovens criminosos da EU [3.]. Segundo a imprensa russa, esses jovens europeus reeducados nas aldeias da Sibéria ou em outros lugares da Santa Rússia, viram aqui as pessoas normais porque na Europa eles sofrem maus tratos e na Rússia lhes tratamos muito bem. Não é tão simples… Segundo um de nossos informantes um dos tais delinquentes europeus (um turco alemão), localizado na fazenda de um conhecido, durante a festa de Ivan Kupala saiu da sauna com uma suastika pintada em seu frente com carvão e começou a esticar o braço direito, gritando Sieg Heil… O louco roubou 5000 rublos (80 euros) de seu anfitrião e fugiu em um táxi para o aeroporto Pulkovo de São Petersburgo, foi um comportamento típico para os delinquentes russos também, mas isso não dá certo, claro… O caminho para o centro do mundo (que hoje é o Ocidente) nunca foi fácil.

Leia mais:

1. http://guiademoscou.blogspot.ru/2013/12/sobre-o-codigo-cultural-dos-russos.html

2. Numa comunidade alternativa de Izborsk nos encontramos com um neonazista bielorrusso, que nos contou uma história anti soviética, bastante sofisticada, mas típica (o neonazista foi absolutamente “open minded”: cabelo largo, cara tatuada, piercing abundante). Segundo o neonazista durante a crise dos anos 1920 o governo de Lenin quis ganhar o dinheiro produzindo vodka. Mas no país destruído pela guerra civil não havia trigo de centeio. A consulta dos cientistas lhe ofereceu a Lenin produzir a vodka …da merda. Para o neonazista bielorrusso isso é um fato histórico, ele “viu” os “documentos” “com seus próprios olhos”, blablabla… Os operários depois de descobrir o plano de Lenin, se rebelaram… Graças a Deus, essa história em seguida foi desmistificada por um produtor de cerveja, que explicou para o neonazista ridículo que seria impossível produzir a vodka da merda, porque a merda não tem açúcar. Deveria ser uma merda de um diabético! O neonazista resistiu: disse que ele mesmo bebeu muita vodka da merda, que na Bielorússia atual é bastante comum, mas isso já foi outra história…

3. http://www.elcorreo.com/vizcaya/20080118/mundo/reeducacion-siberia-20080118.html


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A moda russa

um rapero pro Putin, vestido de Jojlomá (obra de D.Simachov)

Se você tem interesse pela roupa russa do mercado popular, você pode consultar marcas como BeFree, Oodji, Incity, Ostin, que estão presentes em qualquer shopping de Moscou.

A loja on-line glance.ru também apresenta só os estilistas russos da mesma categoria.

Também você pode encontrar muitas marcas russas no shopping Tsvetnoi, que fica perto do Circo de Moscou no Boulevard Tsvetnoi.

Outra opção é conhecer a feira dos estilistas russos no shopping subterrâneo “Ojotniy Riad”, que fica na saída da Praça Vermelha para a rua Tverskaia.

As marcas russas do segmento superior estão apresentadas nas lojas exclusivas, as vezes essas lojas são equipadas com as salas de exposições.

Consulte as multimarcas russas, como

http://reddesigners.ru/ru/designers/rossijskie/

http://www.sundayupmarket.ru/participants/

http://roomchik.ru/

https://www.facebook.com/AUroom-250895545048003/

A loja on-line familiar (os suéteres, etc. são tecidos pelos parentes das donas da loja) http://mascva.ru/sale/

http://dressone.store/

hooligan style é clássico na Rússia (D.Simachov)

Em TsUM – Loja de Departamento Principal por sua sigla em russo (TsUM é o prédio gótico ao lado do Teatro Bolshoi) você pode encontrar a roupa da famosa adolescente russa, chefa de 100 lojas espalhadas por todo o mundo – Kira Plastínina.

Talvez que seja interessante a loja individual de Cyrille Gassiline.

É bastante famoso também o estilista Denis Simachev, seu salão-bar fica no centro de Moscou, pintado ao estilo de Jojlomá. Simachev foi primeiro quem captou a onda da nostalgia pela URSS: ele começou produzir as camisas com símbolos da URSS e com os retratos de Putin desde o ano 2004, hoje isso virou o mercado popular.

Outros nomes relevantes dos estilistas russos:

http://alenaakhmadullina.com/

http://alenaakhmadullina.com/

http://www.alexanderterekhov.com/ru/

http://annamiminoshvili.blogspot.ru/

http://www.inshade.ru/

https://www.mashatsigal.com/

http://www.novi-natali.ru/

http://alinaassi.com/

http://www.d-nastia.ru/

http://dashagauser.com/

http://www.chekrizova.ru/

http://norsoyan.ru/

http://www.nadianurieva.ru/

http://www.shapovalova.ru/

http://sofistrokatto.com/ru/

https://vassatrend.ru/

http://www.vivavox.ru/

http://www.yanastasia.ru/

http://www.2gt.ru/

http://www.eshipilova.com/

http://www.home-shoes.ru/


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Embrulhamento dos russos

Um dos mitos sobre o “totalitarismo inerente” dos russos diz que os russos são totalitários, ou seja “fechados, rudes, com cara de poucos amigos, aborrecidos, atrasados mentalmente, super introvertidos e por isso propensos para uma monarquia absoluta ou um sistema unipartidário”, etc. porque as mães russas costumam enrolar seus bebês em cueiros apertados demais. Os cueiros apertados levam as pessoas para um regime apertado…

É ridículo este mito. Desde há muito as mães russas não praticam mais o “embrulhamento apertado”. Além disso a teoria de totalitarismo atualmente é considerada obsoleta, primitiva demais no próprio Ocidente.

Ao mesmo tempo é certo que as camponesas russas na época do pesadelo dos Romanov praticavam o “embrulhamento apertado” de bebês. Por que? Porque elas não tiveram tempo para cuidar de seus bebês! Para a segurança do bebê, a mãe o deixava “preso em cueiros”. As mães assim como os pais tinham que trabalhar muito, porque os camponeses eram literalmente escravos dos latifundiários “nobres”. Além disso o trabalho de verão era tão duro, que 80% dos bebês nascidos durante o verão morriam. As mães não tinham nem tempo nem leite para sustentar estas crianças. Os donos das escravas por seu capricho também puderam fazê-las amamentar com seu leite seus cachorros de lebréus.

A coisa mais interessante é que este “fenômeno” de sobre-exploração sádica não foi unicamente russo. A mesma história acontecia por todas partes. Por exemplo, na França, onde as mulheres empregadas na indústria de seda, também não tinham tempo para cuidar de seus bebês. As mulheres das cidades têxteis contratavam as amas de leite camponesas e enviavam seus bebês para as aldeias dessas camponesas, e “o índice da morte desses bebês reduz o otimismo sobre a natureza de gênero humano”. <1>. Deixar os bebês “presos em cueiros” foi uma das soluções. Assim como na Rússia, na França a maioria destes bebês morriam pelo déficit da atenção de adultos. O abandono das crianças também acontecia em massa na Europa na época feudal e proto-industrial (XII-XVIII). Obviamente o “embrulhamento apertado” de bebê foi a primeira fase do abandono. E o índice de abandono em Paris do século XVIII, até a revolução, foi de 40% de todos os bebês nascidos na capital! A dinâmica de abandono/mortalidade infantil nas cidades da França estava determinada pela dinâmica do preço de trigo de centeio. <2> Assim como a mortalidade dos bebês dos camponeses russos, que produziam esse trigo mesmo.

Mas o “embrulhamento apertado” e abandono de bebês em massa na França não se consideram uma causa do totalitarismo francés (nem do colaboracionismo total com os nazistas alemães), por isso é muito estranho que o “embrulhamento apertado” é considerado por alguns expertos como uma causa importante dos regimes de “mão dura” na Rússia.

Para saber mais sobre o assunto, seguem-se alguns links abaixo

  1. Handbook on Evolution and Society: Toward an Evolutionary Social Science.  Alexandra Maryanski, Richard Machalek, Jonathan H. Turner
  2. Leia a biografia do livro Abortion and woman’s choice: the state, sexuality, and reproductive freedom/Rosalind Pollack Petchesky, números 78 e 79.
  3. Reinhard Sieder. The social history of the family.

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mudanças na percepção de Liev Tolstói

Tenho clientes que querem visitar a casa de Liev Tolstói em Tula, sua famosa residência em Yasnaya Polyana. Por isso estou pensando se a imagem que nós os russos temos de Lev Tolstoi corresponde a sua imagem no exterior?

Grosso modo, na última etapa de sua vida este escritor genial foi um dissidente político, herege religioso e anarcopunk cultural. Excomungado pela Igreja Ortodoxa dos Romanov, Liev Tolstói foi considerado na URSS um “espelho da revolução russa” <1>.

O escritor foi excomungado na Catedral principal do Kremlin de Moscou! Ao mesmo tempo na primeira etapa de sua vida Liev Tolstói também foi um conde, guerreiro e amante dos prazeres da vida. Seu casamento foi celebrado numa das igrejas do mesmo Kremlin de Moscou! E ele é famoso mundialmente por sua obra “Guerra e Paz”, que refletiu a “complexidade florescente” <2> do Império Russo no século XIX.

Liev Tolstói, Maxim Gorki e Anton Chéjov

No tempo da URSS Liev Tolstói foi interpretado justo através de seu lado espiritual – podemos ver isso no filme soviético “Guerra e Paz” de 1967 <3>, concentrado no moralismo e populismo. É interessante notar que o lado espiritual de Tolstói, também entre os marginais ocidentais, teve um papel de destaque: o track mais famoso da banda inglesa “Yes” – “The Gates Of Delirium” (1974) foi inspirado no mesmo romance de Liev Tolstói “Guerra e Paz”! Ao mesmo tempo, a música britânica tão sofisticada (Yes, King Crimson, Uriah Heep, etc.) foi mais ouvida na URSS que no Ocidente <4>.

Mas também é possível interpretar Liev Tolstói através de seu lado “carnal” – acho que podemos ver isso no filme inglês “Anna Karénina” de 2012, concentrado no materialismo e elitismo.

Nós russos, acostumados ao nível alto do cinema soviético, não aguentamos tais interpretações ocidentais. Tanto o filme “Anna Karénina” de 2012 (Inglaterra), como, por exemplo, o “Doutor Zhivago” de 1965 (EUA) para o gosto dos russos são uma espécie de pornochachadas brasileiras. Sabemos que estes filmes são êxitos no Ocidente e muitos clientes nossos compartilham conosco suas impressões positivas destes filmes, mas também é verdade que para o gosto dos russos tais filmes são quase um crime contra a humanidade: nós russos não somos assim, não atuamos assim, não nos movemos, não falamos, não sorrimos assim…

Mas devemos superar nossa repugnância e continuar analisando.

Vasili Shulzhenko (EUA). Liev Tolstói

É importante que nós registramos a intercepção da clássica russa pelo cinema ocidental. Não por acaso em 2016 a BBC também apresentou sua adaptação do romance de Liev Tolstói “Guerra e Paz”! Até podemos pressupor que os produtores ocidentais saibam melhor como interpretar nossos clássicos. Se não os ingleses, quem pode entender melhor o funcionamento do elitismo dentro Império <4>?

O elitismo do Império Russo <5> é um tema que foi ignorado ou ridicularizado no período soviético, mas hoje no contexto da Restauração <6> o elitismo vira atual, só os produtores russos tem medo de Liev Tolstói e preferem os roteiros mais simplistas tipo “Duelista”, filme russo de 2016, também concentrado no elitismo do século XIX <7>.

Podemos resumir que ao parecer o moralismo, o populismo, o anarquismo e os demais “ismos” dos grandes autores russos cada vez sejam menos interessantes para os produtores da cultura atual (tanto no Ocidente, como na Rússia), que visam mais o materialismo, o elitismo e o ordem.

  1. https://www.marxists.org/portugues/lenin/1908/09/24.htm
  2. Leia mais sobre o conceito de “flowering and increasing complexity” de Konstantin Leontiev em https://en.wikipedia.org/wiki/Konstantin_Leontiev
  3. https://pt.wikipedia.org/wiki/Voyna_i_Mir
  4. Leia mais sobre o elitismo inglês aqui: Kate Fox, Watching the English: the hidden rules of English behaviour. 2004
  5. http://guiademoscou.blogspot.ru/2015/12/imperio-de-cabeca-para-baixo.html
  6. http://guiademoscou.blogspot.ru/2016/01/sobre-os-gemeos-catedral-de-cristo.html
  7. https://en.wikipedia.org/wiki/The_Duelist_(2016_film)

P.S. Para todos os fãs de Liev Tolstói sugerimos muito assistir os grandes filmes soviéticos:

Guerra e Paz de 1967 em 4 partes (legendado em português)

https://vk.com/video252157879_170064586

https://vk.com/video252157879_170035073

https://vk.com/video252157879_170032306

https://vk.com/video252157879_170025002

Anna Karénina de 1967 em 2 partes (pode-se ativar as legendas em inglês)

https://www.youtube.com/watch?v=Y5YutODgC0k&feature=youtu.be

https://www.youtube.com/watch?v=x5QdY1HWok0

As fotos da residência provinciana de Liev Tolstói perto de Tula em Yasnaia Poliana: http://fatikova.livejournal.com/154073.html

 


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Chistes sobre sureños

000057Los puntos de la crítica en cuanto al Cáucaso son el machismo, fanfarronería, corrupción, inclinación a la delincuencia, nepotismo y la falta de educación. Sin embargo, los armenios estan un poco a parte – su historia, el genocidio y la dispersión masiva en el siglo XX, su carácter pujante, todo esto de vez en cuando provoca pararlelos entre ellos y judios. Al mismo tiempo los armenios de Armenia (es decir, aquellos que no pertenecen a la diáspora, la cual es bastante hermética) no se diferencian mucho de los demás caucásicos dentro del “humor sureño”.

Armenios y Georgianos:

Un armenio y un georgiano salen del restaurante. Recogen del guardarropa sus abrigos.
El armenio da 500 rublos de propina y dice: “Quédate con el cambio”.
El georgiano da un mil: “Quédate con el abrigo”.

Se esta murierndo un armenio viejo. Sus niños estan a su lado.
– Padre, estas muriendo. Dinos, ¿como vivir después?
– Cúiden a los judios…
– Pero que estas diciendo, padre? Dinos, ¿como vamos a vivir sin tí?
– Hijos mios, cúiden, por favor, a los judios…
– Pero que tiene que ver con los juidos. Toda la vida vivimos en Armenia. Somos armenios. Dínos, ¿como vivir en esta vida?
– Escúchenme, hijos mios, a su vijeo padre. Cúiden a los juidos… Cuando ellos acaben con los judios, la tomarán con nosotros.

Un georgiano visita a su amigo.
– ¡Genatzvali (así se dirigen a las personas en Georiga: una especie del “señor”, aunque al pie de la letra significa algo como “alma mía”)! ¡Genatzvali, compra la fábrica! Es una muy buena fábrica! ¡Oye, compra la fábrica! Siempre sobrecumple el plan, tiene 3 órdenes del Heroe del Trabajo Socialista…
– Pues, genatzvali, si la fábrica es tan buena, ¿para que la vendes?
– A tí, como al amigo de confianza, te puedo decir: quiero comprar un comité del PCUS del nivel regional.

Niko-Pirosmani-7En un restaurante un georgiano se acerca a la mesa de una pareja joven:
– ¡Genatzvali, querido amigo! ¡Permíteme invitar al baile a tu reina!
– ¡Por favor! Claro, que si.
Pasa un rato.
– ¡Hermano! ¡Permíteme invitar al baile a tu princesa!
Y así sigue la historia: a la condesa, etc. mientras la muchacha no lo interrumpa indignada:
– ¿Y porque no me preguntan a mí? ¡¿Tal vez que yo no quiera bailar con ustedes?!
– ¡Y tu, puta, cállate, mientras los dzhiguites estén hablando! (dzhiguit – hábil jinete del Cáucaso).

Un joven georgiano escribe una carta de Moscú a su casa: “¡Mis queridos papá y mamá! Me instalé muy bien en el apartamento. En la unversidad también todo va bien. Tengo solo un incoviniente: voy a la Universidad en carro, cuando los demás estudiantes van en trole”… Pronto llega la respuesta de Georgia:
– ¡Querido hijo! Nos alegra, que estes bien. Por el carro no te preocupes. Te mandamos un poco de dinero – cómprate un trole y ve a la universidad como todo el mundo.

rjnp142_catpageUn geogriano va en un viejecito “Moskvich” (una de las marcas de carros más económicos en la URSS).
Lo adelanta osadamente un nuevo “Volga” (el carro casi más lujoso para la época soviética), el “Volga” se para, cruzando el camino, y del “Volga” baja un georgiano vestido de moda y dice:
– ¡¿Porque estas deshonrando la nación?! Hace solo un año que yo salí de la carcel y mira ¡ya ando en el “Volga”! Dio portazo y se fue a toda prisa.
El georgiano apretó los dientes y sigue el camino. Pasa un rato y lo adelanta un lujoso “Mersedes”, este se frena, cruzando el camino y del “Mersedes” baja un georgiano aun mejor vestido, que el primero.
– ¡Sinvergüenza! ¿¡Como te atreves de avergonzar tanto la nación!? ¡Pasó solo un medio año desde que yo había salido de la carcel, no obstante ya ando en “Mersedes”! Dio portazo y se fue a toda prisa.
El georgiano dice entre dientes: “¡Pasó un año después de la carcel!”, “¡Medio año después de la carcel!” ¡Déjenme siquiera llegar de la carcel hasta mi casa!

Un joven georgiano presenta examenes en el coservatorio de Tbilisi. Y claro, que ya se fueron conectados todos los enchufes. El dinero ya fue pagado a todos, a los que había que pagarlo. Pasa exitosamente todos los examenes. Le queda solamente el solfeo. Le dicen:
– Es muy sencillo. Nosotros presionamos una teclita del pianito y usted adivina… Esta bien? El da las espaldas, escucha la nota cogida y luego …señala con el dedo a uno de los profesores y dice: ¡Pulsaste tú, cabrón!

Dos georgianos ven una pelicula. En la pantalla los alpinistas trepan por una roca vertical.
Un georgiano:
– ¡Este ahora se va a caer!
– ¡No, no se va a caer!
– ¡Apuesto un millón, que sí!
Se acaba la pelicula, el alpinista no llegó a caerse. El perdedor saca del bolsillo un millón. Pero su amigo le dice:
– Perdona, Guivi, no puedo aceptar tu dinero. Esto fue una broma – es que ya ví la pelicula antes.
– Pues, tranquilo, hermano, yo también la ví…

Y culminando el capítulo, dedicado a los georgianos, les doy un chiste de los tiempos contemporaneos.

– Un ruso llega a Georgia. Por la mañana sale del hotel y va a un quiosco a comprar unos fósforos. Da 20 kópeks y el vendedor con orgullo le devuelve 10 kópeks del cambio. El ruso esta muy sorprendido:
– ¡Anda! ¡Nunca ha sido así en Tbilisi!
– ¡Que dices! – agita los brazos el vendedor. – Ahora todo se cambió! ¡Vivimos la democracia! Shevarnadze dijo, que ¡es una vergüenza, cuando cuentan sobre los georgianos, que somos flojos y avariciosos, que no queremos trabajar! Eso se acabó. ¡Basta ya!
El ruso le dice: ¡Que bien, es fantástico, que Dios los bendiga! A propósito, déme los fósforos…
– ¿Fósforos? – se asombra el vendedor – ¡Los fósforos no los hay!”.


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Chistes sobre chukchi

1295908788_1295761851_158467591Los puntos clave de todos los chistes sobre chukchi vienen de los aries de la vida muy aislada, ascética y super-periférica de los chukchi, un pueblo del Norte de Rusia. El Norte los hace pasar casi por los extraterrestres, de allí – su ingenuidad extrema. Otro hecho muy interesante de la vida de los chukchi es que ¡en su idioma hay 20 vocales para marcar matices diferentes del color blanco de nieve! Es que su vida es pura nieve…

Un chukcha esta comiendo una naranja. Esta comiendola con glotonería. Jugo con saliva corre de su boca por todos lados. Otro chukcha con envidia le esta mirando.
– ¿Y que? ¿Es muy sabroso?
– ¡Muy sabroso!
– ¿Es como pescado?
– No, es más sabroso…
– ¿Como la carne de foca?
– No. Mucho más sabroso.
– ¿Pero sabroso como que?
– ¡Es como follar (hacer el amor)!

Un chukcha presenta examenes en el Instituto Literario.
– ¿Que libros ha leido usted ultimamente?
– El chukcha no es un lector, sino un escritor.

Un chukcha esta sentado en la costa del océano y muy solemne fuma su pipa.
– Vapora de carga flotar. Geológo-hombra venir. El vodka tomar mucho. Nuestras mujeres tirar mucho… ¡Esto es una expedición!.. ¡Si, señor!

Un chukcha esta sentado en el árbol, serrando la rama, en la que esta sentado. A su lado esta pasando un cazador y le dice:
– ¡Ten cuidado – caerás!
El chukcha sigue serrando. La rama se cae y el chukcha se cae con ella. Se levanta y dice:
– ¡Sin embargo, que chamana ser este cazador!

El marido regresó después de la caza a su íglu, entra en el íglu. Lo recibe su esposa.
– ¿Que quiere mi chukcha?
– Mi chukcha quiere tomar un trago.
La esposa vierte al chukcha un vaso del aguardiente casero.
– ¿Que más quiere mi chukcha?
– Mi chukcha quiere comer.
La esposa dio al marido de comer.
– ¿Que más quiere mi chukcha?
– Mi chukcha quiere tener sexo con una mujer.
La esposa se desnudó y el chukcha satifació su deseo.
– ¿Que más quiere mi chukcha?
– Mi chukcha quiere quitar los esquís.

Dos chukchas llegaron a Moscú, suben a un trolebús.
– ¿Perdon, llego en este trolebús hasta el GUM?.
– No, no llegará.
– ¿Y yo? – pregunta el segundo.

Se perdió un geólogo en la taigá. Corre de un lado para el otro y grita desesperado: “¡Gente! ¡Gente!”.
Chukcha, cargando su rifle, dice en una voz muy baja:
– Cuando estamos en Moscú, somos chukchi jodidos, y cuando estamos aquí nos llama: “gente”…


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Chistes sobre judios

Una matrona judía regresa a su casa y ve, que su hijo esta cogiendo de pie a la moza doméstica. El corazón materno por poco se revienta:
– ¡Maldita antisemita! ¡Como puedes atormentar tanto al pobre niño judío! ¿Acaso no puedes acostarte?

En el compartimiento de tren se pusieron a hablar de los famosos. Al lado de ventana esta sentado un intelectual judío y a remezones interviene con una breve observación sobre el origen de la mencionada celebridad:
– Spinoza…
– Era judío.
– Colón…
– judío de Génova, convertido.
– Offenbach…
– Judío.
– Modigliani…
– Judío.
– ¡O, Jesús María y José!
– También judios…

Un tartamudo cuenta:
– N-no m-me a-ce-ce-pta-ron co-co-mo dictor en la ra-ra-dio.
– ¿Y por qué?
– P-p-porque soy ju-ju-dío.

En un pueblo judío nadie pudo preparar tan rico té como lo hacía Rabinóvich. No obstante él nunca contaba a nadie el secreto de su preparación. Entonces, Rabinóvich esta muriendo. Al lado de su lecho de muerte se juntaron todos los parientes, amigos, vecinos…
Todos le ruegan, suplican:
– Jáime, estas con el alma entre los dientes, siquiera ahora cuéntanos, ¿en que consiste el secreto de la preparación de tu té, que nos gusta tanto a todos?
– ¡Judíos! ¡No ahorren té para la infusión!

Un viejo judío llama a su amigo, quien es el directór del cementerio del Convento Novodévichi.
– ¡Oye, acaso no somos compinches! Te ruego mucho: búscame, por favor, un lugarcito en algún rinconcito de tu cementerio… Tu sabes…
Dentro de un tiempo el amigo le devuelve la llamada:
– ¡Jáime! Con urgencia tráeme 1 millón rublos y ¡mañana – a sepultarte!

El marido judío regresa a casa y sorprende a su adorada esposa en la cama con su amante. Empieza a hablarle algo, pero ella lo interrumpa:
– Y que tu piensas ¿que con tu salario compramos nuestro mueble? O piensas tú, ¿que compramos el televisor plasma con tus centimos? ¿Y de donde yo saqué la plata para comprar el coche?
El esposo:
– Sara! ¡Cierra la ventana rápido para que él no coja un resfrío!

Un anciano judío sale de su casa y ve que por encima de la ciudad se formó el arco iris. Lo vio y dice:
– ¡Aja! ¡Claro! ¡Para esto siempre tienen la plata!

Karl Radek decía: “Móises sacó a los judíos del Egipto, y Stalin – del buró político del PCUS”.

Un viejo judío se dirige al camarero, que también es judío, pero joven:
– ¡Móishe, prueba la sopa!
– ¿Que pasa? Es la sopa de siempre.
– ¡Pues, pruébala!
– ¿Acaso siquiera una sola vez le serví una mala sopa?!
– Pues yo te digo: ¡prueba la sopa!
– Esta bien, vale, voy a probarla… ¿Pero donde esta la cuchara?
– ¡Aha! – lo sorpende el anciano.

Un judío es un punto de venta, dos judíos son un torneo internacional del ajedrés, tres judíos ya son Orquestra Simfónica Estatal de Rusia. Cuando un ruso es un borrachín, dos rusos son una pelea, tres rusos ya son una organización de base del Partido Comunista.

Un judío muy rico llega a un pueblo judío para visitar a sus parientes. Viene a sinagoga y dice:
– Rabí, quiero dejarte en custodia mi dinero y joyas.
Rabí halagado le responde:
– Por supuesto, es un honor, que usted, como un hombre muy respetado, confía en mi, pero yo no puedo recibir nada sin testigos. Espere, ahora voy a llamar a mis asistentes y entonces…
Y así lo hizo.
– ¿Vean, – dice el rabí, – como confia en mi el estimado señor Rabinovich? Me ha pedido, que yo guarde todas sus joyas. Entonces, yo delante de ustedes recibo todo esto y lo cierro en mi caja fuerte.
Pasa tiempo, y Rabinovich viene a rabí a recoger sus cosas.
– ¿Que joyas? Yo no sé nada.
Y Rabinovich indignado:
– ¿Cómo puede ser eso?! ¡Tu reuniste aquí a todos tus asistentes y en presencia de ellos lo guardó todo!
Bueno. El rabí llama a todos los suyos.
– ¿Oyen, Rabinovich trata de convenserme, que como si yo recibiera de él algunas cosas de valor y que como si ustedes fueran los testigos de ello? Entonces, les quiero preguntar, ¿si vieron ustedes algo parecido?
Ellos le responden, que no vieron nada. Rabinovich escupió y se dirigió hacia la salida. Entonces rabí lo regresa, abre la caja fuerte, saca las joyas y dinero, lo devuelve al dueño. Este no entiende nada en absoluto.
– Escuche, rabí. ¿Para que toda esta comedia?
– Te quería mostrar, con que canallas me veo obligado a trabajar.

2 judíos estan en WC. Uno pregunta al otro:
– ¿Como crees: cagar es un trabajo intelectual o físico?
– Si fuera físico, contrataría a alguien.

Un judío cuenta sobre su vida en Inglaterra.
– Me acomodé muy bien. Vivo en Iglaterra, sirvo a un lord. El se acuesta con mi Sara, mientras yo – con la esposa suya.
– ¡Pues, es maravilloso!
– Si, pero yo hago a los lordes, y el me hace a los judios.

María Isaak Petrova esta llenando una encuesta y le preguntan:
– ¿Y por que Isaak? ¿Es judía?
– Entonces, según usted ¿la Catedral de San Isaak es una sinagoga?

En Kishenev esta pasando un pogróm. Agarran a un viejo judío justo en su cama.
– Aja! ¡Maldito judío! ¡Ahora te vamos a sacar las tripas!
– ¿Pero por que?
– ¿Aun te preguntas? ¡Cuando ustedes cruzificaron a nuestro Cristo!..
– ¡Se lo juro, no fuimos nosotros! ¡Fueron los de Odessa!


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Chistes sobre rusos y tártaros

imagesEn París una pequeña hijita pregunta a su mami:
– Mamita, ¿y que es el amor?
– No cargues la cabeza con tonterías. Lo inventaron los rusos para no pagar el dinero.

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Rusia. Una región del rio Volga. Por el camino poco transitable va un carro cargado hasta los bordes con el estiercol. Sobre esta mierda esta sentado un viejo barbudo, al encasquetar en su cabeza el gorro con orejas, fumando la majorka, mantiene en sus manos las riendas.

De pronto no se sabe de donde sale un yanqui. Al ver a una persona, el yanqui se alegró mucho. Alcanza el carro y pregunta con esperanza:
– Do you speak English?
– Yes, I do, – responde el viejo y agrega melancólico: ¡¿pero de que coño me sive esto pues?!

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En Moscú llegó un campeón del mundo de boxeo. Hay que poner a alguién contra él. Encontraron a un gigante carnicero.
– ¡Si aguantas un round, te daremos un “Mersedes”!
Aguantó.
– ¡Si aguantas el segundo, recibirás un millón de dólares!
Pues aguantó el segundo también.
– ¡Si aguantas el tercer raund, recibirás 2 millones!
– No puedo.
– ¿Por que?
– ¡Lo voy a matar! Ya que estoy harto.

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Durante la Primera Guerra Mundial, el emperador Nicolas II con su séquito llegó a la linea de fuego de las tropas rusas. De pronto a su lado se cayó una granada, se esta girando, susurrando, esta a punto de explotar… Al emperador corre un soldado, agarra la granada, se corre para otro lado y a una distancia segura tira la granada, con que ésta explota… ¡Salvó al zar!
Nicolas lo llama:
– ¿Quien eres?
– ¡Soldado raso Stepánov, su majestad!
El zar se dirige a uno de sus favoritos:
– ¡Príncipe! El soldado raso Stepánov pide la mano de su hija.
El príncipe esta demorando, no sabe que responder…
– ¡Príncipe! El capitán ayudante Stepánov pide la mano de su hija.
El príncipe esta callado…
– ¡Príncipe! El coronel Stepánov pide la mano de su hija.
El príncipe se apoya ya en un pie, ya en otro, no sabe que decir.
Entonces, Nicolás ya irritado dice:
– ¡Príncipe! ¡El general Stepánov pide la mano de su hija!
Al escuchar estas palabras Stepánov se acercó al zar, le dio palmadas en el hombro y dijo:
– ¡Níqui, que se joda! ¿Acaso no consigamos las putas sin este capullo?

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Todos los chistes, que fueron presentados hasta el momento (en este y en otros posts), los cito del libro de Iósif Raskin “Enciclopedia del ortodoxo-gambero” (muy antisoviético, por cierto).

– Como es hacer negocios a la manera rusa?
– Es hurtar una caja de vodka, venderla y gastar el dinero para tomar.

Un extranjero realizó un tour por Rusia y a finales de su viaje lo entrevista un corresponsal:
– Usted estuvo en el lago Baikal, ¿que tal le pareció?
– O-o-o! ¡Baikal! Es una belleza insuperabale. Lindo. Grande! Magnífico!
– ¿Y que tal le pareció Kizhí?
– Es una obra maestra de la Arquitectura de Madera! ¡No se puede ver nada parecido en ninguna parte! Maravilloso.
– Fueron a San Petersburgo, pues ¿que tal es la segunda capital?
– O-o-o! El palacio del Invierno. Orillas de granito del rio Neva! ¡Almirantazgo! Fatnástico.
– ¿Pero que impresión general tiene de Rusa?
– Terrible.

Chistes sobre tártaros

Rusia en la época medieval sobrevivió el yugo de los mongoles, cuyo aliado principal fueron los tártaros. Hoy día los tártaros gozan de una gran autonomía, tienen su república dentro de la Federación Rusa, y Kazán – su capital – es una de las ciudades más bellas de nuestro país, los tártaros hasta la consideran como la tercera capital de Rusia, pero entre nosotros, es la cuarta – después de Moscú, San Petersburgo y Nizhni Nóvgorod.

Iliá Múrometz (uno de los paladines de los cuentos populares rusos) viene a la Oficina de la protección social.
– Oiga, boyarda (boyardo/a – aristócrata en Rusia Medieval), corren rumores, que a nosotros, como a los veteranos de la batalla del campo Kulikovo (batalla desiciva contra los mongoles y tártaros en 1380), que a nosotros – nos corresponden ciertos subsidios…
– ¡Es pura verdad! Traiga el sertificado, que partició en la batalla, y le arreglaremos todo: apartamento, electricidad, teléfono…
– ¿Pero de donde lo saco – este sertificado? Ya será tarde, quiza ya hubieran muerto todos, ¡tanto tiempo pasó!
– Pues, no lo sé… ¡Los tartaros lo consiguen sin problemas!

Iliá Múrometz en el campo escudriña con la mirada el espacio, protegiendose del sol con su mano. Un tártaro, que pasaba al lado, se interesó:
– ¿Hacia donde, mi querido Iliá, estas mirando?
– Pues, busco un lugar, donde todo esta bien.
– Eh! Acaso tu no sabes, que allí se esta bien, donde no estamos.
– Pues, justo por eso. Estoy buscando un lugar, donde no los hay a ustedes.