Os 7 fatos sobre o fuzilamento da família dos Romanov

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Os 7 fatos sobre o fuzilamento da família dos Romanov

Celebrando o centenário da Grande Revolução Socialista de Outubro de 1917 a imprensa oficial da Rússia inculca a ideia da causalidade da revolução russa (1905-1917), que foi “uma consequência bizarra da “sobreprosperidade” do Império dos Romanov e da confabulação de Grã-Bretanha/judeus/reptilianos”, etc. [1.] A “bonança” dos Romanov foi destruída pelos “bolcheviques satânicos” que “desviaram” a Rússia do “caminho natural” para 70 anos do “pesadelo do Stalin/GULAG/KGB”. Um dos elementos mais importantes da mitologia anti soviética é a história do fuzilamento da família de Nikolai Romanov (outrora czar da Rússia).

1. A dinastia dos Romanov começou com o assassinato de uma criança inocente

Os Romanov mataram um menino de 3 anos por “atividades criminosas”

É importante lembrar que a dinastia dos Romanov começou com o assassinato de uma criança inocente – Ivão, filho do Dmitri, o Falso II. Essa criança foi um dos candidatos para o trono da Rússia ao início do século XVII durante “o tempo escuro” [2.]. Certas regiões da Rússia não aceitaram a eleição (pouco democrata) dos Romanov e apoiaram Ivão, filho do Dmitri (a gente ainda não sabia que esse Dmitri foi o “falso II”: se seu partido ganhasse, ele seria verdadeiro). O partido dos Romanov ganhou, e Ivão, filho do Dmitri, o Falso II foi enforcado “por suas atividades criminosas”. O “criminoso” Ivã tinha apenas 3 anos. A corda dos Romanov não asfixiou seu pescoço suficientemente e ele morreu umas horas depois do enforcamento pela causa do frio de inverno. Assim os Romanov começaram seu governo de 300 anos [3.].

2. O governo dos últimos Romanov foi uma catástrofe para a Rússia

Nikolai II gostava de brincar com seu elefante e caçar corvos

O governo dos últimos Romanov foi uma catástrofe para a Rússia. O grande Liev Tolstoi (excomungado pela Igreja Estatal dos Romanov) escreveu, que a subalimentação de camponeses era permanente e a fome começava na Rússia não quando não havia boas colheitas de trigo, senão quando não havia boas colheitas de Atriplex (uma erva daninha que os camponeses costumavam misturar com o trigo, porque nunca comiam o pão de trigo puro). Os escritórios de recrutamento durante a Primeira Guerra Mundial registravam a desaceleração dos camponeses: se reduzia o volume dos pulmões, a altura, o peso, etc. A exportação de trigo dos últimos Romanov foi “faminta”: “Subalimentamos o povo, mas vamos exportar o trigo a qualquer custo!”.  Sem dúvidas, os camponeses consideravam os latifundiários “parásitas”. Durante a revolução de 1905, os camponeses queimaram cerca de 50% das casas de donos da terras na parte central da Rússia. A parte central viraria a base do bolchevismo. A Rússia de Nikolai II perdeu a guerra contra o Japão e sua atividade na Primeira Guerra Mundial foi pagar com a buxa de canhão seus dívidas ante os bancos da Inglaterra e da França (a produção dos armamentos na Rússia foi muito inferior que em outros países participantes da IGM, não é de surpreender que o Exército Russo tivesse um record de deserção).

3. Os bolcheviques não tem nada a ver com a abdicação do czar Nikolai II

Nikolai II chegou a estação “Submundo”

Os bolcheviques não tem nada a ver com a abdicação do czar Nikolai II. Nikolai II abdicou ao trono em março de 1917, no resultado da Revolução de Fevereiro de 1917. A Revolução de Fevereiro foi burguesa, realizada sob pressão do capital estrangeiro (o czar no caso de sua “iluminação” poderia se retirar da I Guerra Mundial, além disso sendo um autocrata ele não podia garantir a inviolabilidade dos investimentos do capital estrangeiro). A pressão dos liberais sobre o czar também foi alta: eles não gostavam do costume do czar de dissolver o parlamento russo (um parlamento fantoche). Os latifundiários odiavam o czar pelo monopólio sobre a produção de álcool (quando os preços de trigo caiam no mercado externo, o czar costumava produzir desse trigo a vodka e vender para a plebe essa droga para ganhar o dinheiro no mercado interno, hoje do mesmo jeito na Rússia crescem os preços da gasolina no mercado interno, quando o petróleo cai no mercado externo). Os generais e oficiais odiavam o czar pela humilhação do Exército, destruído pela política econômica dos governos tanto liberais como populistas de Nikolai II. Sendo boa pessoa,  Nikolai II por sua incapacidade governamental ficou o czar mais odiado na história da Rússia. A abdicação de Nikolai II foi aplaudida pelos latifundiários, militares, liberais, Igreja Ortodoxa Russa (sic!) e pela imprensa ocidental. Nikolai II, comandante em chefe abdicou do trono arrestado por seus próprios generais, quando seu vagão foi parado na estação “Dno” (em russo: fundo, submundo, o título do livro de M.Gorki “No fundo” é traduzido para português como “Ralé”, “Submundo”).

4. O rei inglês recusou a solicitação de asilo político de seu primo Nikolai Romanov

Nikolai II e Jorge V

Apresado pelo governo provisório da Revolução de Fevereiro, Nikolai II queria se refugiar na Inglaterra. Jorge V do Reino Unido foi primo do Nikolai Romanov (fisicamente são quase gemelos), mas o rei inglês recusou a solicitação de asilo político de seu primo Nikolai Romanov – o governo britânico não queria estragar as relações com o governo provisório russo, dirigido pelo maçom anglófilo Alexander Kerensky.

5. Os bolcheviques não têm nada a ver com o fuzilamento do cidadão Nikolai Romanov

O governo provisório de Kerensky não foi legítimo, não representava os povos da Rússia, que encontraram outra forma de sua representação – os “sovietes” (conselhos legislativos), coroados por Soviet de Petrogrado. Baseado no apoio do Soviet de Petrogrado mesmo o grupo de Vladimir Lenin em Outubro de 1917 deu um golpe contra o governo provisório do capital estrangeiro. É importante entender que no Soviet de Petrogrado os bolcheviques (partido de Lenin) compartilharam a maioria com outros grupos de radicais: o Partido Socialista Revolucionário da esquerda, os mencheviques e os anarquistas. Como os primeiros decretos do Poder Soviético foram os decretos de Paz (retirada da Primeira Guerra Mundial), expropriação da terra e cancelação da dívida ilegítima do czar e do governo provisório, bastante rápido começou a guerra civil russa: a grosso modo, entre os povos da Rússia e os exércitos privados dos latifundiários, apoiados pelo Ocidente. A guerra civil na Rússia foi acompanhada pela agressão militar dos 14 estados do Ocidente (imaginem só que a Rússia se tornou tão fraca e caótica que os países como Finlândia e Polônia ocuparam vastas regiões do gigante nortenho!). Além da guerra civil o grupo dos radicais que subiram ao poder, tinham muitos conflitos internos. Muitos Sovietes nas regiões foram controlados não pelos bolcheviques, mas pelos Socialistas Revolucionários da esquerda (o partido mais radical da Rússia, responsável por muitos atentados contra os czares, seus ministros e governadores) e por outros radicais incontroláveis. A decisão do fuzilamento de Nikolai Romanov e sua família foi tomada pelo Soviet de Urales, dominado pelos Socialistas Revolucionários da esquerda. O fuzilamento de Nikolai Romanov acompanhou a rebelião desse partido contra os bolcheviques em Julho de 1918 (a rebelião infectou várias cidades do Norte do rio Volga, os rebeldes contavam com a intervenção militar dos ingleses, estadunidenses y franceses pelo Mar Branco, os rebeldes tomaram vários prédios em Moscou e prenderam o chefe da Polícia Secreta dos bolcheviques – Dzerzhinsky. Antes de tudo eles mataram o embaixador da Alemanha! – tudo isso para revisar as condições de Paz, assinada pelo grupo de Lenin). Os bolcheviques não têm nada a ver com o fuzilamento do cidadão Nikolai Romanov e sua família. Para o governo de Vladimir Lenin, os Romanov foram um argumento importante para as negociações com o Ocidente e claro que os bolcheviques gostariam de julgar Nikolai Romanov publicamente por seus crimes incontáveis contra os povos da Rússia. Seu fuzilamento foi uma manifestação anti bolchevique dos radicais Socialistas Revolucionários da esquerda, resultado do caos da guerra civil. Não há nenhuma prova da decisão pessoal de Lenin ou de outros chefes do Partido Bolchevique sobre tal fuzilamento.

6. Fuzilamento do outrora czar mais odiado não deram impacto nenhum na Rússia

Se os Romanov foram fuzilados, de onde provêm todos os freaks que hoje se acham os Romanov? Simplesmente os radicais que odiavam os Romanov não conseguiram matar todos os Romanov. Os bolcheviques (que nos primeiros anos não controlaram nem seu próprio partido completamente) simplesmente deixaram a maioria dos Romanov ir embora do país. Nem fuga dos reis, nem fuzilamento do outrora czar mais odiado não deram impacto nenhum na Rússia, havia coisas mais emocionantes: a crise econômica e o desastre da guerra civil, produzidos pela política terrível de Nikolai II.

7. Os mais inteligentes dos Romanov reconheceram a verdade histórica dos bolcheviques. 

Alexandr Mijáilovich, neto do czar Nicolai I e tio do czar Nicolai II (também foi marido da irmã de Nicolai II), chefe da Direção da Frota Comercial do Império Russo escreveu: “Ocorreu-me que embora eu não fosse um bolchevique, eu não podia concordar com meus parentes e conhecidos e de forma imprudente condenar tudo o que os Soviets fazem, só porque isso é feito pelos Soviets. Sem dúvidas eles mataram três dos meus irmãos [para Alexandr Mijáilovich todos os radicais são bolcheviques], mas eles também salvaram a Rússia do destino de um vassalo dos aliados. O tempo, quando eu os odiava e tinha muitas ganas de chegar até Lenin ou Trotskiï, passou, porque eu comecei obter as notícias sobre um e depois sobre outro passo construtivo do governo de Moscou e encontrei-me com o fato de que eu sussurrava: “Bravo!” [4.].

Leia mais:

1. http://guiademoscou.blogspot.ru/2016/01/por-que-putin-tem-medo-de-lenin.html

2. https://pt.wikipedia.org/wiki/Tempo_de_Dificuldades

3. http://guiademoscu.blogspot.ru/2013/12/los-romanov-mi-historia.html

4. http://guiademoscou.blogspot.ru/2014/05/os-ultimos-romanov-seriam-bolcheviques.html

Bibliografia:

Elena Prúdnikova

Serguei Kara-Murzá

Serguei Nefiódov

Boris Yúlin

 


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Fiódor Dostoiévski sobre a Rússia dos Romanov:

Um monólogo modelo de um liberal russo do século XIX, desenhado por Fiódor Dostoiévski:

“…em todo o mundo é principalmente na Rússia que hoje qualquer coisa pode acontecer sem a mínima resistência. Compreendo bem demais porque os russos de condição estão todos debandando para o estrangeiro, e em número cada vez maior a cada ano que passa. Simplesmente por instinto. Se o navio está afundando, os ratos são os primeiros a fugir. A Santa Rússia é um país de madeira, miserável e… perigoso, um país de miseráveis orgulhosos em suas camadas superiores, enquanto a imensa maioria mora em pequenas isbás de alicerces instáveis. Ela ficará contente com qualquer saída, basta apenas que lhe expliquem bem. Só o governo ainda quer resistir, mas fica agitando um porrete no escuro e batendo sua própria gente. Aqui tudo esta sentenciado e condenado. A Rússia como é não tem futuro. Eu me tornei alemão e considero isso uma honra para mim” (extraído do livro “Os demônios”).

É surpreendente como essa posição ainda seja atual hoje, no século XXI, por causa da restauração do capitalismo periférico nos anos 1991-2017, muito semelhante ao estilo dos últimos Romanov.


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Liev Tolstói sobre Moscou

Liev Tolstói sobre Moscou:

“Fedor, pedras, luxo, pobreza. Devassidão. Se reuniram os malfeitores, que roubaram o povo, eles recrutaram os soldados, juízes para proteger sua orgia, e banqueteiam. O povo não tem mais nada a fazer se não sacar o roubado, aproveitando-se das paixões dessa gente”.

Essa característica se tornou outra vez atual depois da restauração do capitalismo periférico na Rússia, semelhante ao regime da Rússia dos Romanov. Mas Moscou ainda não é caracterizada pelo fedor – a infraestrutura soviética segue funcionando bem: o transporte público ainda é bastante ecológico (metrô, bondes, trolleys). Os sistemas de aquecimento, geração da energia estão centralizados e bem pensados embora estejam semi-abandonados pelas “reformas” e privatarias de Yéltsin e Putin.

Umas imagens da Rússia dos Romanov que nós tinhamos perdido:

Tomando chá em Mytíshchi, V.Perov

Morta afogada, V.Perov

Troika, V.Perov

Execução dos rebeldes de Pugachov. V.Perov

mulheres russas, arrastando os navios dos ricos

zelador, indicando o quarto por alugar para uma mulher nobre. V.Perov

Vagabundos. Sem casa. V.Perov.

Leilão das coisas de um mau pagador. V.Perov

Num boulevard. V.Makóvski

Benção de um próstibulo. V.Makóvskiy

 


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Ovo de aço, ovo de guerra

“Ovo de aço, ovo de guerra” é um dos 52 ovos da joalheria “Fabergé” produzidos para a família dos imperadores da Rússia Romanov.

Cliente – Imperador Nikolai II, o Sanguinário

Primeira Proprietária – mulher de Nikolai II, Alexandra Fiódorovna, originalmente a princesa alemã Victoria Alix Helena Louise Beatrice von Hessen und bei Rhein

O ovo tem uma brincadeira dentro: um cavalete com uma miniatura de aquarela. A miniatura apresenta o czar Nikolai II com seu filho numa das posições do Exército Russo.

1916 foi o terceiro ano da Primeira Guerra Mundial. Ao final de um ano, em 1917, a Rússia foi sacudida primeiro pela Revolução de Fevereiro, quando os generais mais próximos ao czar fizeram Nikolai II abdicar do trono, e segundo pela Revolução de Outubro (que foi um golpe dos radicais de esquerda contra o governo provisório do capital estrangeiro, o czar Nikolai II já não estava no jogo, ele abdicou do trono em Fevereiro de 1917).

O interessante é que no ano 1916 segundo historiadores foi o ano que a joalheria “Fabergé” recebeu o recorde de ordens dos ricos russos. Em que pesem o recorde de deserções da guerra sem êxito, a fome no campo e nas cidades, as greves em massa e a deslegitimação da coroa.


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Chistes sobre rusos y tártaros

imagesEn París una pequeña hijita pregunta a su mami:
– Mamita, ¿y que es el amor?
– No cargues la cabeza con tonterías. Lo inventaron los rusos para no pagar el dinero.

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Rusia. Una región del rio Volga. Por el camino poco transitable va un carro cargado hasta los bordes con el estiercol. Sobre esta mierda esta sentado un viejo barbudo, al encasquetar en su cabeza el gorro con orejas, fumando la majorka, mantiene en sus manos las riendas.

De pronto no se sabe de donde sale un yanqui. Al ver a una persona, el yanqui se alegró mucho. Alcanza el carro y pregunta con esperanza:
– Do you speak English?
– Yes, I do, – responde el viejo y agrega melancólico: ¡¿pero de que coño me sive esto pues?!

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En Moscú llegó un campeón del mundo de boxeo. Hay que poner a alguién contra él. Encontraron a un gigante carnicero.
– ¡Si aguantas un round, te daremos un “Mersedes”!
Aguantó.
– ¡Si aguantas el segundo, recibirás un millón de dólares!
Pues aguantó el segundo también.
– ¡Si aguantas el tercer raund, recibirás 2 millones!
– No puedo.
– ¿Por que?
– ¡Lo voy a matar! Ya que estoy harto.

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Durante la Primera Guerra Mundial, el emperador Nicolas II con su séquito llegó a la linea de fuego de las tropas rusas. De pronto a su lado se cayó una granada, se esta girando, susurrando, esta a punto de explotar… Al emperador corre un soldado, agarra la granada, se corre para otro lado y a una distancia segura tira la granada, con que ésta explota… ¡Salvó al zar!
Nicolas lo llama:
– ¿Quien eres?
– ¡Soldado raso Stepánov, su majestad!
El zar se dirige a uno de sus favoritos:
– ¡Príncipe! El soldado raso Stepánov pide la mano de su hija.
El príncipe esta demorando, no sabe que responder…
– ¡Príncipe! El capitán ayudante Stepánov pide la mano de su hija.
El príncipe esta callado…
– ¡Príncipe! El coronel Stepánov pide la mano de su hija.
El príncipe se apoya ya en un pie, ya en otro, no sabe que decir.
Entonces, Nicolás ya irritado dice:
– ¡Príncipe! ¡El general Stepánov pide la mano de su hija!
Al escuchar estas palabras Stepánov se acercó al zar, le dio palmadas en el hombro y dijo:
– ¡Níqui, que se joda! ¿Acaso no consigamos las putas sin este capullo?

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Todos los chistes, que fueron presentados hasta el momento (en este y en otros posts), los cito del libro de Iósif Raskin “Enciclopedia del ortodoxo-gambero” (muy antisoviético, por cierto).

– Como es hacer negocios a la manera rusa?
– Es hurtar una caja de vodka, venderla y gastar el dinero para tomar.

Un extranjero realizó un tour por Rusia y a finales de su viaje lo entrevista un corresponsal:
– Usted estuvo en el lago Baikal, ¿que tal le pareció?
– O-o-o! ¡Baikal! Es una belleza insuperabale. Lindo. Grande! Magnífico!
– ¿Y que tal le pareció Kizhí?
– Es una obra maestra de la Arquitectura de Madera! ¡No se puede ver nada parecido en ninguna parte! Maravilloso.
– Fueron a San Petersburgo, pues ¿que tal es la segunda capital?
– O-o-o! El palacio del Invierno. Orillas de granito del rio Neva! ¡Almirantazgo! Fatnástico.
– ¿Pero que impresión general tiene de Rusa?
– Terrible.

Chistes sobre tártaros

Rusia en la época medieval sobrevivió el yugo de los mongoles, cuyo aliado principal fueron los tártaros. Hoy día los tártaros gozan de una gran autonomía, tienen su república dentro de la Federación Rusa, y Kazán – su capital – es una de las ciudades más bellas de nuestro país, los tártaros hasta la consideran como la tercera capital de Rusia, pero entre nosotros, es la cuarta – después de Moscú, San Petersburgo y Nizhni Nóvgorod.

Iliá Múrometz (uno de los paladines de los cuentos populares rusos) viene a la Oficina de la protección social.
– Oiga, boyarda (boyardo/a – aristócrata en Rusia Medieval), corren rumores, que a nosotros, como a los veteranos de la batalla del campo Kulikovo (batalla desiciva contra los mongoles y tártaros en 1380), que a nosotros – nos corresponden ciertos subsidios…
– ¡Es pura verdad! Traiga el sertificado, que partició en la batalla, y le arreglaremos todo: apartamento, electricidad, teléfono…
– ¿Pero de donde lo saco – este sertificado? Ya será tarde, quiza ya hubieran muerto todos, ¡tanto tiempo pasó!
– Pues, no lo sé… ¡Los tartaros lo consiguen sin problemas!

Iliá Múrometz en el campo escudriña con la mirada el espacio, protegiendose del sol con su mano. Un tártaro, que pasaba al lado, se interesó:
– ¿Hacia donde, mi querido Iliá, estas mirando?
– Pues, busco un lugar, donde todo esta bien.
– Eh! Acaso tu no sabes, que allí se esta bien, donde no estamos.
– Pues, justo por eso. Estoy buscando un lugar, donde no los hay a ustedes.